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A revolução do crediário: do escambo ao cartão digital.

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As primeiras atividades comerciais eram feitas baseadas no escambo, a troca de um produto (ou serviço) por outro, desde então a economia evoluiu muito. Com o surgimento de notas e moedas, as forma de pagamento mudaram, e todas as transações ganharam um valor monetário.

Para estimular o comércio, especialmente em épocas de crises, os comerciantes  faziam de tudo para não perderem a venda. Um dos métodos de pagamento mais antigos, e praticado até hoje, é através de crédito direto a compradores, o “famoso” fiado. A prática consiste em vender um produto/serviço e não receber o pagamento no ato da compra, permitindo que o comprador pague em outra hora. Essa promessa de pagamento é feito na base da confiança entre o vendedor e cliente. Porém, em muitos casos o pagamento não era realizado e o prejuízo ficava para vendedor.

Os bancos enxergaram uma oportunidade nesse processo e passaram a oferecer as cadernetas para os clientes realizarem suas compras, criando um controle para créditos rotativos. Nessa nova fase, os bancos passaram a oferecer um limite de crédito pré-estabelecido para as pessoas, e caso o pagamento não era realizado era cobrado uma taxa de juros por atraso. Ou seja, o “fiado” passou a ser uma relação entre o comprador e o banco. Essa nova “forma de pagamento” foi a 1ª grande evolução do crediário. Os bancos passaram a fazer uma análise prévia do potencial de pagamento do cliente pelo seu histórico, com o objetivo de identificar qual nível de confiança que os clientes vão pagar suas dívidas, e cobrando taxas de acordo com isso.

Outro avanço veio com as Casas Bahia, uma das primeiras lojas a oferecer o carnê como forma de pagamento. Essa nova modalidade possibilitou o pagamento parcelado dos produtos, estimulando seus clientes a comprarem cada vez mais na própria loja. Além de estimular as vendas, essa modalidade trouxe ganhos para empresa em termos de fidelização de seus clientes e lucro com as taxas de juros.

A 2º grande evolução foi quando as grandes redes, que já estavam aderindo o sistema de carnês, trocaram esse “benefício”, e passam a oferecer seu próprio crediário (e cartões de marca própria) para seus clientes, um produto financeiro de seus próprio bancos e braços financeiras.

No final do século XX, surge então uma nova era com a revolução digital. Os avanços tecnológicos chegam como um tsunami, mudando a forma como as pessoas se comportam e vivem o dia a dia. Tudo passa a ser digital, dos bancos aos cartões de crédito.

E é nesse momento que a Neopag surge. Sabemos que a esmagadora maioria do comércio brasileiro não tem acesso a tecnologia de ponta para melhorar o desempenho de seus negócios. Até ontem, só os grandes varejistas eram capazes de fazer a gestão de crédito próprio e relacionamento com eficiência e segurança fortalecendo cada vez mais os seus negócios.

Mas a Neopag chegou para mudar isso!

Oferecemos para qualquer lojista tecnologias que até agora só as maiores empresas do Brasil podiam oferecer. Acreditamos que todo lojista, não importa o tamanho, pode aumentar suas vendas e fidelizar seus clientes através da gestão eficiente do crédito próprio e ainda inovar oferecendo seu próprio cartão digital. Uma ideia inovadora que elimina intermediários e fortalece o mercado local.

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