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Do crediário ao produto financeiro: A evolução do crédito próprio com o cartão da sua loja.

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Carnê, ficha, caderneta, promissória são as forma de crediário mais utilizadas no Brasil. Uma realidade muito presente entre os consumidores que preferem realizar suas compras à prazo. Por existir essa preferência de forma de pagamento, pouco a pouco os modelos de concessão de crédito foram se tornando muito comuns, principalmente, no comércio varejista. Mas o que muitas lojas não entendem, não sabem fazer, ou não encontram informações suficientes é como ganhar dinheiro com esse crédito ofertado aos consumidores tal como as grandes lojas fazem. E é exatamente isso que vamos explicar aqui. 

Mas primeiramente precisamos esclarecer o significado de crediário: é uma forma de pagamento na qual a loja dá um crédito para o cliente realizar compras no próprio estabelecimento, sem intermediários de terceiros como bancos ou instituições financeira. Neste modelo, quando  a compra é feita no crediário da loja o cliente leva o produto e paga em várias prestações mensais. Alguns exemplos  bem tradicionais de crédito próprio são os carnês, promissórias, ficha, entre outros modelos bem comuns em cidades menores. Já as grandes lojas de varejo (Renner, Riachuelo, C&A) adotaram uma nova forma de crediário, mais eficiente e mais moderna, que são os cartões próprios das lojas. Isso porque  perceberam que vender no próprio cartão da loja seria uma ótima maneira e ofertar o crédito ao consumidor, incentivá-lo a comprar mais e ainda lucrar bastante com os juros e multas por atraso.

O lucro “extra” proveniente desses juros e multas por atraso é uma forma justa de ganhar dinheiro com o crédito próprio da loja e aumentar as receitas financeiras. Na prática, esta ação é transformar o crediário do estabelecimento em um produto financeiro. Uma prática muito comum nas grande lojas varejistas e que nos dias atuais lucram muito mais com esses seus produtos financeiros do que com os próprios produtos mercantis vendidos na loja. Diante disso, é comum falar que quando as lojas fazem uma venda à prazo elas não vendem apenas os produtos “físicos” do comércio, elas também vendem o crédito próprio, ou seja, o produto financeiro.

Mas muito lojista não enxergam isso e não utilizam o crediário de seus comércios desta maneira, usam apenas como uma forma de não perder a venda e facilitar o pagamento para os clientes. Para quem ainda não está convencido é importante saber que essas “penalidades” de juros e multas por atraso são mais comuns do que imaginamos, a primeira impressão é que esses não rendem um grande lucro para loja, pois são valores pequenos em cima de cada parcela, entre 3% a 7% porém, isso somado ao lucro mensal da loja é uma quantia bem relevante. Além de ser um ato totalmente legal segundo o próprio  “Código de Defesa do Consumidor” (para saber mais veja nosso post: “Código de Defesa do Consumidor”).

Oferecer o crédito próprio na loja pode ser uma ótima forma de aumentar os ganhos, mas não é só essa a vantagem, existem muitos outros benefícios agregados, como:  a fidelização dos clientes, pois quando a loja oferece o crédito ao cliente cria-se um o vínculo com o consumidor que é mantido por meses. Além da oportunidade de uma nova compra sempre que o cliente retornar a loja para pagar a fatura.  O aumento das vendas e, consequentemente,  do ticket médio da loja. Isso porque com o crédito próprio da loja é possível oferecer boas opções de pagamentos parcelados, e os clientes tendem a comprar mais dado pois não “olham” para o valor total da compra e sim para o valor da fatura. Entre outros benefícios.

A estratégia ideal para os lojistas é colocar colocar juros e multa por atraso em TODA compra feita à prazo. Isso porque tem alguns custo extras de vender no crédito próprio que, geralmente, não são levados em consideração. Por exemplo, os custos dos sistemas de análises de créditos dos clientes, gestão e cobranças, os custos de não receber o dinheiro à vista, o que significa menos capital de giro, e outros fatores importantes para os comerciantes. Por isso, nada mais justo do que colocar juros e multas por atrasos com o crédito disponibilizado pela loja, afinal a loja está emprestando “dinheiro” para o cliente, e esse “empréstimo” tem um custo igual se fosse feito por um banco ou instituição financeira. 

Pronto para começar a ganhar dinheiro com o produto financeiro da sua loja? Se quiser saber mais sobre esse assunto confira nossos post: Faça uma gestão eficiente da Carteira de Crédito da sua loja, Conheça os principais indicadores para uma gestão eficiente do crédito próprio.

Neopag
Bom para quem paga.
Bom para quem recebe.

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